Como, onde e por que expor a coleção ?

Toda coleção em um momento se torna tão completa ou amada pelo colecionador que sempre vai precisar, de uma maneira, ser exibida e protegida corretamente. A minha coleção está a cada dia mais precisando ser corretamente exibida e pos isso há tempos comecei a pesquisar na Internet e com amigos sobre como os colecionadores expõe suas coleções.

Acabei com uma nova coleção: cerca de 480 fotos diversas de vitrines, displays, estantes, prateleiras, ou seja mil e uma formas de guardar e organizar sua coleção.

As opções são muitas por isso como ainda estou na dúvida resolvi postar umas fotos das muitas que tenho aqui com algumas características que observei com as vantagens e desvantagens. Claro que posso esquecer ou não perceber alguma delas pois como eu disse, ainda estou a procura de um formato ideal para mim.

Mas em meio a essa pesquisa, me perdoem, mas cometi um erro grave e primário: só agora ao montar esse post, percebi que raros foram as fontes que guardei. Por isso se você colocou a foto de sua coleção na Intenet e ela aparece aqui, não estranhe.

O fato muito impotante a notar é que a coleção deve sempre ficar longe do sol e umidade, preferenciamente em uma temperatura entre 20º e 25º em ambiente pouco úmido e longe do sol. Mas um outro problema parece ser ignorado por alguns colecionadores: a poeira.

Observe as fotos e vamos lá:

  • Para mim esse é o prjeto perfeito: estantes grandes, largas, altas e embutidas nas paredes da casa. As portas de vidro (presente na maioria das fotos que vou exibir aqui) são grandes e correm para lateral, perfeitas para não acupar espaço no ambiente. As divisões são de madeira, graças a largura da estante, mas o ideal semrpre é usar vidro, pois ajudam a difundir a luz. Mas o vidro é mais caro e nem sempre é aconselhável graças a seu peso elevado.

 

  • Aparentemente montado em um sótão da casa esse projeto é interessante por mostrar que a pessoa coleciona muitas coisas alêm de miniaturas, ainda que ela apareçam no centro de tudo ! O Interior em branco substitui o espelho comum nessas vitrines e o vidro aparece nas divisões. É possível observar que uma lâmpada foi instalada na parte superior. Mas cuidado com as luzes. Procure por lampadas frias, pois se não você pode um dia se deparar com uma miniatura com seus plásticos derretidos.

  • A vitrine acima é otima para modelos menores que escala 1/32, ainda que não seja regra. Presa nas paredes, ocupa pouco espaço mas no caso do projeto desta foto particularmente não gostei da falta de espaço na profundidade, deixando todas as miniaturas em um ângulo de 45º, parecendo ser a unica opção.

 

  • Por falar em posição, fica sempre a pergunta: expor o modelo na horizontal ou na vertical ? Horizontalmente é interessante pois exibe melhor o perfil do carro e modelos da Hot Wheels como os da foto acima ficam perfeitos nessa posição. A desvantegem é que acabam por acupar mais espaço. Mas que fica bonito fica, não é ? A foto acima é de um post anterior onde eu falo destas vitrines em MDF.

  • Por falar em material e posição de exibição, este modelo acaba por ser o mais exótico de todos: em acrílico com os carros levemente enclinados para frente. Meu medo em ver essa vitrine é imaginar que uma dia as rodas da miniatura entre em ação e a queda seja inevitável. E particularmente tenho uma predileção para projetos em madeira . . .

  •  . . . mas não curto muito o acabamento em Mogno, pois pra mim acaba por tirar a luz do ambiente como o projeto da foto acima. Outra coisa: a falta de portas me faz imaginar que ao começar a limpeza dos modelos e chegar último modelo, o primeiro já está pronto para receber uma boa limpeza. Claro que se o ambiente for fechado e com um ar condicionado o índice de poeira no ar pode ser mínimo e evitar que se passe a vida toda com pano e pincel na mão.

  • Mas a medalha de ouro no quesito poeira são as eternas prateleiras, sem porta, proteção e livre da ação da poeira. Já tive destas e garanto que são horas de limpeza e estragos nas miniaturas. São execelentes para exibir, mas ficam pertinho das mãos curiosas. Isso sem falar que como disse do display de acrílico, se as rodas resolvem funcionar. . .

  • Outra característica interessante que observei é o uso das antigas (e belas) cristaleiras adaptadas para receber as coleções algumas delas tem um desenho parecido com esses antigos móveis (como no caso acima) e são uma opção em relação ao estilo mais moderno . . .

  • . . que são mais discretos e em alguns casos acabam por criar mais espaço para acomodar os modelos. Suas formas mais simples costumam baratear o projeto, mas isso variar (muito) da caso para caso.

  • Agora onde expor ? Na foto acima observe que esse escritório que se tornou o palco perfeito do show com tudo que é necessário: espaço, iluminação, portas de vidro, mas . . .

  • . . . até mesmo esses displays em acrilico ficaram maravilhosos aqui nessa garagem. Será que a Ferrari F430 interferiu em minha opnião ?

Enfim caro leitor, resolvi expor 10 fotos marcantes da minha pesguisa (ou nova coleção?!??) e espero ter compartilhado bem minhas idéias com você que já tem sua coleção exposta ou pretende fazer algo parecido por ela.



Escrito por José Arnaldo às 00h25
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Curte um carro Russo ?

 

Para nós que moramos aqui no 'Novo mundo' as influências culturais e econômicas da Europa e dos E.U.A., se refletem claramente no modo como compramos nossos automóveis.

Prova disso foi quando houve a abertura das importações, pois fomos apresentados, alí, a marcas diferentes como a Lada, que fez um tremendo sucesso com seus modelos. Prova que mesmo com essa influência estamos abertos a algo que traga alguma vantagem. Tudo bem os Ladas não tinha lá as suas qualidades, mas eram baratos, tinham porta-malas e quatro portas.

Mas o assunto aqui é miniatura, certo ? Bom vamos, lá . . .

Um bom site para quem gosta de miniaturas de carros Russo é o www.mpdiecast.net do colecionador (que imagino ser Russo) Max Paransky. A quantidade de carros Russos é invejável e impressionante incluindo, carros, caminhões diversos, ônibus e até tanques de guerra !

Claro, não poderia faltar um Niva, como o da foto que ilustra esse post, mas tem muita (mas muita) coisa Russa nessa coleção. Duvida ? Olha essa seleção de fotos dos Display de sua coleção.

PS: Outra herança que temos dos nossos 'pais' Norte-americanos e Europeus é achar que Russo toma todas e que por ser comunista, come criancinha. Besteira. A Russia possue uma história fantástica, semlhante a sua extenção territorial. Se não conhece, pesquise. Não vai se arrempender e quem  sabe mandar um e-mail para nosso amigo Max perguntando sobre como começar uma coleção de carros Russos.

PS 2: Se tiver afim de colecionar minis Russas, começe com esse Laika em papel !



Escrito por José Arnaldo às 21h00
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Parece de verdade, mas é de papel

Jovem autista faz réplicas do blindado da PM. Em cerca de um ano, ele já vendeu mais de 50 miniaturas só para o Bope

Rio - Adorado pela polícia, para quem é sinônimo de proteção, e odiado pelos bandidos, que o têm como um alvo a ser destruído, o Caveirão virou motivo de inspiração e conseqüente fonte de renda de um jovem autista. Morador de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, W.L., 26 anos, faz réplicas do veículo blindado da PM há cerca de um ano. Nesse período, já vendeu mais de 50 exemplares só para homens do Batalhão de Operações Especiais (Bope).

Feitas com papel de jornal, verniz, cola, tinta, garrafas pet e madeira, as miniaturas do Caveirão chamam a atenção pela perfeição. As réplicas do blindado têm detalhes como retrovisores e protetores de vidros e pneus. Para conseguir um resultado tão fiel aos originais, o rapaz usa uma lâmpada de 100 watts bem próxima ao seu rosto. Isso porque, além da dificuldade de socialização — trazida pelo autismo —, ele tem a visão mais debilitada a cada ano, escuta pouco e não fala.

A criação do jovem artista agradou tanto que, somente no Bope, há uma encomenda de 160 miniblindados. W. também recebeu outros 80 pedidos feitos por policiais de outros batalhões. Cada réplica custa R$ 25. O preço foi fixado pelo próprio rapaz, que administra seus lucros e dificilmente dá descontos aos clientes.

Um dos fãs de W. é o comandante do Bope, tenente-coronel Pinheiro Neto, que decidiu comprar as ‘Caveirinhas’ para dar de brinde às autoridades que visitam o batalhão. “Fiquei impressionado com o trabalho dele. O governador Sérgio Cabral e o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, já ganharam os seus”, contou o policial.

De acordo com o oficial, as miniaturas já chegaram até nos Estados Unidos, através da delegação da Escola Superior de Guerra americana, que recebeu o agrado no início do ano.

A idéia de fazer as ‘Caveirinhas’ surgiu a partir das várias fotografias dos veículos que eram publicadas nos jornais. “O blindado passou a ser inspiração há um ano, quando W. começou a ver muitas fotos do carro no jornal”, contou um amigo do jovem. Para completar, ano passado, o rapaz visitou o Bope, em Laranjeiras. Em sua ida ao quartel, W. aproveitou para tocar e observar atentamente todas as características do blindado.

Esculturas de tanques, pássaros e leques

O interesse de W. por esculturas de papel começou quando ainda era criança. “Ele assistia a programas educativos na TV e copiava. Depois foi desenvolvendo sozinho”, afirmou pessoa próxima à família do jovem.

O rapaz não faz somente réplicas do Caveirão. Entre os vários trabalhos que produz estão tanques de guerra, pássaros, leques e caravelas. Segundo um amigo da família, algumas peças chegam a custar R$ 90.

Tanto talento acabou chamando a atenção de uma loja de Nova Iguaçu, interessada em vender os trabalhos do jovem. “Não aceitamos porque ele não tem condições de produzir em série. Ele trabalha quando quer, não faz nada por obrigação. Não posso e nem quero obrigá-lo a trabalhar”, explicou o pai. W. só trabalha durante a madrugada, sobre uma mesa que fica em um cômodo que seria a ampliação da cozinha, mas cuja construção não foi concluída. Na casa, localizada no bairro Botafogo, ele mora com o pai, uma irmã e um sobrinho.

Fonte: O dia on-line, publicado em 23/6/2007 19:30:00



Escrito por José Arnaldo às 17h36
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Coleções Altaya no fórum Mundoemminiatura.com.br

 

Se você, assim como eu está fazendo alguma das coleções da Altaya, vai querer entrar em contato com outros colecionadores para as essenciais trocas de informações.

Para isso anote os links abaixo, todos do excelente fórum do site www.mundoemminiatura.com.br



Escrito por José Arnaldo às 00h29
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Coleção: Mania ou arte ?

O ser humano tem o hábito milenar de juntar coisas que estão ou estiveram intimamente ligadas ao seu dia-a-dia. Parece, essa prática, um sinal do apego a tal ou qual objeto e também ao aparato visual de que ele se reveste, além, é claro, de representar esse comportamento nos dias de hoje, um modo mercantil de encarar as coisas, à medida que em somas incalculáveis são despendidas na comercialização de peças colecionáveis.Sabe-se, também, que, freqüentemente, tal prática é regida pela necessidade de resguardar, de preservar mesmo, o valor "intrínseco" dos objetos colecionáveis. Foi, aliás, em conseqüência desse hábito que surgiram os museus, as bibliotecas e os arquivos que, hoje, mais do que nunca, são uma necessidade básica para o desenvolvimento das nações e dos países e, em ponto menor, de cidades e comunidades "fechadas", como religiões, seitas, etc.

Certos objetos preservados ou "colecionados" servem, no mais das vezes, para caracterizar uma cultura passada, retratar um modo de vida, ou para pura satisfação pessoal.

Casos bem curiosos, que dignificam o hábito de colecionar: um exemplo está no processo de identificação da famosa estátua conhecida como "Vitória Alada" ou "Vitória de Samotrácia", que somente teve o mistério de sua origem desvendado graças a uma moeda, o tatradracma de Demétrio, da Macedônia, que o fizera copiar em seu anverso a imagem. Hoje, podemos apreciá-la no Louvre, em Paris.
Quanto ao colecionismo propriamente dito, febre que pode atingir a todos, em qualquer idade e lugar, não é possível precisar quanto teve o seu início, mas o certo é que desde a Idade Média dele há vestígios, pois em relação à moeda - em lingote ou disco metálico - (e que se supõe "nascida" na Lídi, Ásia Menor, ou mesmo em Égina, na Grécia, no século VII a. C., e cuja criação se atribui ao Rei Giges, da Lídia, ou Rei Fidão, de Argos) o certo é que o famoso poeta Francesco Petrarca (1304-1374) teria sido o primeiro a despertar para a Numismática, pois em 1385 ele faz surgir o primeiro tratado sobre o tema: Tractarus de Origine Monetarium de Oresmius.

No entanto, será com a Filatelia - o chamado rei dos hobbies - que terá início essa tradicionalíssima forma de colecionismo e Sir Rowland Hill em 1840, ao pretender a reforma postal e introduzir o uso do selo, como é conhecido hoje, com o famoso "Penny Balça" na Inglaterra, não poderia nunca imaginar que estava ali o grande impulsionador desse comportamento.

Assim ambos, moeda e selo, são, sem dúvida, as mais universalizadas formas de coleção.

O universo do colecionador é diretamente proporcional ao que o cerca - há a possibilidade de colecionar tudo e, para isso, existem clubes, com formalização de sócios, emissão de catálogos, leilões a toda sorte de atrativos para aglutinar pessoas com o mesmo hobby. São colecionáveis, cartões-postais, canetas, xícaras, relógios, caixa de fósforos, soldadinhos de chumbo, bonecas, trenzinhos elétricos, revistas, utensílios de cozinha, licoreiras, vidros assinados, etc.

O colecionador sabe bem que uma peça desprovida de interesse e valor poderá, em curto espaço de tempo, atingir a cotação de mercado em cifras incalculáveis, o que, por si só, já é excitante.
Fonte: Revista Consulex - Celso Bubeneck

PUBLICADO NO SITE: http://www.encontreaqui.com.br/minhavotinha/maniaouarte.htm



Escrito por José Arnaldo às 23h57
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