Miniaturas alêm das quatro rodas

Todo colecionador de miniatura de carro fica (assim como muita gente) emcionado quando vê uma miniatura seja ela de uma casa, móveis, dioramas, etc. . . pois aí vão algumas dicas para quem quer conhecer um pouco mais sobre as miniaturas, alêm das quatro rodas. Nada como dois vídeos para começar:





Nada como um ótimo trabalho como os vistos nos vídeos para inspirar qualquer aspirante á artista a começar a colocar a mão na massa e fazer suas próprias miniaturas.

Pois se você quer uma dica de leitura, anote aí: "A arte das miniaturas - Teoria e prática na escala 1:12", escrito por Regina Passy que aparece no primeiro vídeo. mais infromações, vá té o site da artista em http://www.reginapassy.com.br/ e veja mais.

Outro site muito interessante sobre esse tema é o http://www.minimad.rg3.net/, que tem muitas infromações e tutoriais para criar uma série de miniaturas com os mais diferente materias.

Com isso dá para ampliar a coleção com outras peças em escala ou mesmo criar uma casa maravilhosa, cheia de luxo e detalhes para exibir uma Ferrari.



Escrito por José Arnaldo às 19h05
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Foto do dia: BMW V12 LMR

BMW V12 LMR, vencedor das 24 horas de Le Mans em 1999. Parte da coleção "100 anos do automóvel de competição" apresenta um bom acabamento na pintura e até seus discos de freios foram reproduzidos. Detalhe para o (minúsculo) patrocínio da Petrobras, no início da parceria com a BMW. Não viu ? Tá alí ao lado do número 15 e acima do adesivo da "Castrol".



Categoria: Foto do dia
Escrito por José Arnaldo às 15h45
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Coleções: Entenda por que as pessoas gostam de colecionar objetos.


Fonte: http://super.abril.com.br/superarquivo/2004/conteudo_124481.shtml

Pessoal, o texto abaixo faz parte da revista Super Interessante e é uma excelente refelxão sobre a atividade de colecionar. Vale a leitura.

"Sacos de vômito de avião não têm valor algum, mas tente convencer disso o holandês Niek Vermeulen. Ele não sofre enjôos terríveis durante vôos, sequer tem medo de avião: Vermeulen é um colecionador. Guarda 3 240 sacos de vômito - vazios, pelo menos a maioria deles - que podem dar-lhe o título de maior colecionador do mundo na categoria. Sim, existem outros nessa atividade, assim como há fanáticos por selos ou qualquer outra coisa. Desde que o ato de colecionar deixou de ser restrito a reis e aristocratas, há cinco séculos, é difícil dizer o que ainda não virou coleção. Figurinhas, fetos, latinhas de cerveja, pedras de rim, bolacha de chope, jóias, embalagens usadas, defuntos, nada escapou dos fiéis seguidores da tradição de juntar e guardar bugigangas.

Afinal, por que alguém resolve gastar dinheiro com coisas que não vai usar? Por que é preciso possuí-las, e não só saber que elas existem? Apesar de não colecionar objetos, o historiador alemão Philipp Blom coleciona teorias para explicar essa mania. Seu livro Ter e Manter: Uma História Íntima de Colecionadores e Coleções é um álbum de histórias grotescas e engraçadas dos primeiros e maiores colecionadores. Para Blom, o hábito de juntar quinquilharias tem justificativas históricas, filosóficas e psicológicas - todas tratam o colecionismo como algo mais que um simples passatempo de adolescentes. Tem a ver com sentimento de grupo, competição, medos, fracassos, desejos não realizados, vontade de se isolar num mundo e ser capaz de comandá-lo. Colecionar, para ele, também é uma tentativa de escapar da morte.

"Um mundo diferente, mais significativo, mais ordenado, pode nos falar a partir de coisas humildes, como sapatos ou garrafas, autógrafos ou primeiras edições, os quais, em seu agradável arranjo, em sua estrutura e variedade, nos falam da beleza, da segurança; e cada objeto que tanto desejamos é, de fato, um atributo daquilo que desejamos", diz o historiador. Ou seja: coleções ajudam a nos livrarmos da impotência de não coordenarmos inteiramente nem mesmo a nossa vida.

Mas não pense que todo colecionador é um sujeito mal-amado, reprimido, solitário. Colecionar quando criança tem lá suas vantagens. Ensina-nos a organizar e controlar as coisas, decidir a vida e a morte de cada objeto. Eis uma boa forma de aprender a tomar decisões e a lidar com o mundo exterior. Colecionar quando criança também funciona como um jeito de se abrir para relações íntimas. "É por isso que muitas crianças param de colecionar na puberdade, quando o sexo passa a ser um novo caminho para se relacionar com o mundo e as coleções são substituídas por pessoas, tratadas com a mesma importância e intimidade", afirma à Super o historiador Blom.

Quem passa da adolescência e continua colecionando pode ter sido fisgado pelo saudosismo. Muitos colecionadores voltam ao hábito depois de adultos para reviver o tempo que jogavam bafo com o vizinho ou iam de mãos dadas com o pai comprar brinquedos. "Virei colecionador por saudades", conta o ítalo-brasileiro Antonio Apuzzo, dono de 6 750 carrinhos de brinquedo, que lhe valeram uma participação no Livro Guinness dos Recordes de 1997 como o maior colecionador de miniaturas do mundo. "Gosto muito de lembrar que ia com meu pai para o centro da cidade comprar os carrinhos", diz ele, que precisa de três cômodos de sua casa para guardar os brinquedos.

Brinquedos? Bem, as peças de Apuzzo não são para brincadeiras. A regra número 1 de um colecionador de respeito é não usar o objeto para seu fim primário. As latas de uma coleção de cervejas, por exemplo, devem estar cheias - embora não haja motivo lógico para isso. Para Blom, esse é um dos lados mais dramáticos do colecionismo: ao tentar recriar mundos passados, o colecionador destrói sua coleção para o mundo. "Tudo o que colecionamos, seja o que for, precisamos matar", afirma. Ele não se refere só a borboletas, besouros ou animais empalhados. O colecionador, no entanto, não enxerga seus badulaques como objetos mortos. Pelo contrário: quando um selo vai para um álbum, passa a ser visto com olhos mais atenciosos e brilhantes. Um defeito no corte ou na impressão, que passaria despercebido por pessoas comuns e carteiros, passa a ser valorizado. Em coleções de objetos produzidos em massa, imperfeições dão à peça uma individualidade e um preço diferenciado. Com sorte, o objeto pode admitir as palavras preferidas dos colecionadores: "único do mundo".

Colecionar para descobrir
É bem provável que o homem pré-histórico já tivesse, num cantinho da caverna, uma coleção de crânios como talismãs.


Sabe-se hoje que já existiam colecionadores na Roma antiga e até no Egito - o faraó Tutancâmon tinha o seu acervo de cerâmicas finas. Mas o colecionismo só saiu das mãos dos reis quando a visão medieval do mundo se enfraqueceu, no século 16. Depois de perceber que poderia perseguir a eternidade neste mundo, e não no céu, o homem passou a prestar mais atenção em si mesmo - uma onda de auto-retratos invadiu a Europa - e nas coisas da natureza. É aí que entram a ciência e, na garupa, o colecionismo. "Gabinetes de espécies naturais foram os principais locais de pesquisa e de divulgação científica antes dos laboratórios", afirma Silvia De Renzi, historiadora da ciência da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Para analisar e conhecer a natureza, era preciso guardar e comparar tudo que havia de estranho pelo mundo. "As coleções foram fundamentais para a organização da natureza como fazemos hoje", diz Silvia.

Na euforia de conhecer a natureza e juntar objetos curiosos, os nobres enviavam marinheiros mundo afora para adquirir tudo que fosse digno de nota. Os portos de Roterdã e Amsterdã enchiam-se de coisas maravilhosas e exóticas: conchas, moedas estrangeiras, múmias, artefatos chineses. Essas expedições fizeram a Europa conhecer tecnologias diferentes e se modernizar. Sem elas, hoje, até mesmo a paisagem de alguns países seria diferente. Destacado para encontrar plantas exóticas pelo planeta para enfeitar o palácio de Buckingham, o jardineiro inglês John Tradescant percorria o mundo de carona em navios caça-piratas no século 18. Na volta, levava ao país espécies como a castanha, a tulipa e o limão - além de artigos de vestuário, urnas e o que mais se podia imaginar.

E à época se imaginava muito. O conhecimento científico, na Idade Moderna, ainda engatinhava, por isso não era tão científico assim. Os colecionadores expunham "achados da natureza" que hoje pareceriam puro estelionato. Uma das mais badaladas coleções da Itália, a exposição de Ulisse Aldrovandi, chegou a ter 20 mil objetos, mas apenas um deles era responsável por atrair estudiosos e nobres de toda a Europa no século 14: um corpo de um filhote de dragão. Baseado em sua "relíquia", o colecionador escreveu o tratado Dracologia, sete tijolões em latim sobre a complexa anatomia do bicho - que, diga-se, não passava de um prosaico lagarto. Seria injusto rotular Aldrovandi de vigarista: ele era apenas um cientista ainda sem o domínio da natureza. Naqueles tempos, outras coleções da Europa também estavam repletas de chifres de unicórnios, aqueles cavalos com um chifre na testa que são atraídos por virgens, vivem em locais mágicos e, sobretudo, não existem.

Não demorou muito para os curiosos descobrirem o corpo humano - e o colecionarem. Acervos de respeito, nos séculos 16 e 17, tinham que ter também pelo menos uma cabeça, um feto ou mesmo um corpo inteiro. Nessa seara, ninguém superou o imperador russo Pedro II, o Grande. Conhecido por surrar quem se recusasse a freqüentar suas festas, incendiar casas para ficar mais calmo e ser o primeiro da frente de batalha nas guerras, Pedro também era dado ao colecionismo. Um dos seus temas preferidos eram dentes, cuja exposição existe até hoje, com o rótulo original: "Dentes extraídos pelo imperador Pedro de diversas pessoas" (o czar mandava capturar súditos para extrair-lhes os dentes). Seu acervo tinha também um diferencial que o destacava de todas as outras coleções européias: gente viva. Um hermafrodita, por exemplo, recebia salário para somente existir e não se distanciar do castelo. A peça predileta do czar, porém, era Foma, o Anão. Além da baixa estatura, Foma tinha só dois dedos em cada mão e pé, parecidos com garras.

À medida que os fenômenos naturais eram explicados, não tinha mais graça guardar esquisitices. No século 19, a nova ordem era catalogar tudo, todos os elementos químicos, todos os seres vivos, todas as partes do corpo humano. As áreas temáticas foram divididas - e assim surgiram os colecionadores especializados. Os colecionadores de tudo passaram a manter coleções de borboletas e só borboletas, pedras e apenas pedras, selos e somente selos.

Um dos últimos e mais famosos dos "colecionadores de tudo" foi o químico e médico inglês Hans Sloane. Sua memorabilia incluía besouros, aranhas, cobras, borboletas, além de 268 focas, 756 cálculos renais e o corpo de uma criança com quatro braços e quatro pernas. Mesmo quando atraíam curiosos de toda parte, coleções assim se tornavam um trambolho com a morte do dono. O destino de coleções como a de Sloane acabava sendo uma instituição que também estava na moda: o museu.

Quando morreu, em 1753, Sloane deixou seu acervo para a Real Sociedade de Londres - a doação resultou no nascimento de nada menos que o Museu Britânico, hoje um dos mais importantes do mundo. Outro museu europeu, o Ashmolean Museum, nasceu da arca de Tradescant, o homem que levou a tulipa e a castanheira para a Inglaterra, por exemplo. Nessas novas galerias, porém, as coleções eram organizadas de modo sistemático - segundo a recém-inventada nomenclatura das espécies que usamos até hoje.

Cem anos depois, as coleções dos museus seriam usadas pelos países colonialistas - Inglaterra e França, notadamente - para afirmarem sua força. A ordem era encher os museus com relíquias pilhadas de nações como a Grécia e o Egito: as peças seriam uma prova da subordinação dos países conquistados. Assim nasceram as coleções de artefatos egípcios no Museu do Louvre, em Paris.

Durante todos esses séculos, a vontade de juntar bricabraques também esteve ligada aos objetos sagrados. O problema é que aquela que seria a principal relíquia cristã - o corpo de Cristo - não existia. Segundo o próprio cristianismo, Jesus havia subido aos céus para sentar-se à direita do Todo-Poderoso. Sem o tesouro-mor, os colecionadores logo se voltaram para objetos como a cruz, o santo sudário e os pregos que teriam crucificado Jesus. Apesar de terem sido usados só três pregos (um em cada braço e outro nos pés cruzados), 29 cidades da Europa afirmavam possuir uma das peças que fincaram Jesus na cruz, segundo Blom. Também perambulavam pela Europa dentes de Cristo, fios de cabelo de Cristo, fios da barba de Cristo. E até mesmo gotas do leite dos seios da Virgem Maria eram exibidos em 69 igrejas européias.

Coleções para todos
O costume de venerar objetos sagrados continua com toda força. Nós apenas trocamos de figurinhas. Um rapaz de 16 anos pode não dar a mínima para o Santo Sudário, mas nada garante que ele não vá tremer na base se puser na cabeça um capacete que foi usado por Ayrton Senna. "Pouca gente é imune ao culto aos antepassados e à magia física no tempo", afirma Blom. Quanto mais intimidade o colecionador quer ter com a celebridade morta, mais íntimos são os objetos que procura guardar como talismãs. Você pode se perguntar o que o culto a relíquias cristãs tem a ver com um álbum de cartões telefônicos. Mas o impulso que move as duas coleções é o mesmo: resgatar um mundo que não existe mais e, se possível, ser capaz de controlá-lo.

Se a motivação permaneceu imutável por séculos, não se pode dizer o mesmo do perfil dos colecionadores. A partir do século 20, a produção em massa possibilitou que coisas antes restritas a reis - do papel higiênico perfumado e com marcas em alto-relevo a um copo de vidro - fossem acessíveis a toda a população. Antes, quem quisesse colecionar tinha de viajar pelo mundo, encontrar espécies raras de borboleta. Hoje, bugigangas coloridinhas, engraçadinhas, fofinhas e quase sem valor são reapropriadas: em vez de ir para o lixo, vão parar na gaveta ou na prateleira de gente que gosta de comprá-las, não tanto de usá-las. Se a bugiganga for produzida em edições limitadas, como cartões telefônicos, cairá no gosto de colecionadores facilmente.

A propósito, esse negócio de completar uma coleção é outra novidade do século 20. "Só com a produção em massa surgiu a idéia do conjunto completo", afirma o historiador alemão. Antes dela, os sujeitos que saíam pela floresta para apanhar borboletas ou admiradores de orquídeas nunca pensaram em chegar ao fim de sua coleção. A indústria logo percebeu que hoje, pelo menos para as crianças, o legal é completar o álbum, ter todos os pokémons ou toda a série de miniaturas que recheiam ovinhos de chocolate.

No meio dessa inundação de coisas baratas, o que representa a história de uma época vira coleção com mais importância. Panfletos, pacotes de leite, embalagens de comida passam a valorizar a cada dia que ficam mais antigos e fora de moda. Décadas depois, são raridades: não há exemplo melhor do cotidiano de uma época que seu próprio lixo. O inglês Robert Opie, que guarda cerca de 500 mil embalagens, de caixas de televisão a caixas de fósforo, começou sua mania de juntar coisas quando comia salgadinhos. "Pensei no enorme pedaço de história social que eu estava prestes a jogar fora", conta ele, que vive de vender ou alugar para filmes de época algumas embalagens.

Objetos aparentemente banais podem atingir valores absurdos para quem não é do ramo. Um exemplar do olho-de-boi, o primeiro selo brasileiro e um dos primeiros do mundo, impresso em 1843, chega a valer hoje 2,3 milhões de reais. O alto custo da brincadeira, entretanto, não intimida alguns compulsivos sem dinheiro. O americano Stephen Blumberg, por exemplo, foi preso em 1990 por ter roubado 24 mil livros raros de 268 bibliotecas. Ele se defende: roubou não para vendê-los, mas apenas porque "precisava tê-los".

Colecionar é uma atividade dramática não só para loucos como esse. À parte as coleções de figurinhas e bonecos, elas nunca acabam. Sempre haverá o próximo selo criado por alguma ilha asiática ou mais um carro para ser miniaturizado. E não adianta lutar contra isso. Um colecionador, mesmo quando obtém uma raridade, não sente seu desejo atenuado. Na verdade, nada é mais triste, para um colecionador, que pensar em completar uma coleção. Como afirma o historiador Blom, quando as mãos seguram a nova aquisição, os olhos já vislumbram a próxima peça."

Para saber mais:
Ter e Manter, Philipp Blom, Editora Record, 2003



Categoria: Coleções
Escrito por José Arnaldo às 00h00
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Mais vídeos das coleções da Altaya

Bom, vamos de mais vídeos. Desta vez das coleções "Carrinhas de Distribuição" e "Coleção Mercedes-Benz", ainda inéditas no Brasil. Em Português de Portugal !



Categoria: Vídeos
Escrito por José Arnaldo às 23h43
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Vídeo (!) de apresentação do Hot Wheels de R$ 245 mil

Dia destes republiquei por aqui umas materias falando do Hot Wheel de R$ 245 mil que foi comercializado para celebrar os 40 anos da marca. Abaixo você poderá ver um vídeo (sim outro) da apresentação, confira:



Escrito por José Arnaldo às 19h11
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Comercial Carros de sonho

Tá bom galera esse Blog é sobre miniatura, mas tá parecendo um site de vídeos do Youtube . . . ainda bem que são vídeos de . . . miniaturas ! Desta vez é o comercial da coleção "Carros de sonho" que eu falei ontem sobre ela e passei o dia de ontem "namorando" o Aston Martin V12 Vanquish, o número 1 da coleção.

Confira abaixo o "Spot de TV", como está no site da planeta DeAgostini:



Escrito por José Arnaldo às 10h25
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100 Anos do Automóvel de Competição

Há quase um ano comecei a fazer a coleção "100 Anos do Automóvel de Competição", distribuida no Brasil pela Planeta DeAgostini. Isso foi antes de voltar a escrever neste Blog, por isso não falei em seu lançamento, mas agora depois do lançamento da coleção "Carros de sonho" pela mesma editora, me sinto mais do que na obrigação de falar.

Não sei se serve de alerta ou de consolo aos colecionadores, mas vamos lá. . .

Primeiro vamos falar da coleção. Pra isso seria interessante eu republicar aqui os textos e as fotos que aparecem no site da editora:

"100 Anos do Automóvel de Competição

Acelere com reproduções perfeitas das marcas mais conhecidas nas grandes competições! Conheça a personalidade dos melhores pilotos, as características técnicas dos carros mais incríveis nas diversas categorias, circuitos e traçados famosos e a história desse esporte fascinante.

Edições - R$ 34,95 cada
Fichários - R$ 16,95 cada

Periodicidade em bancas: quinzenal.

Notas: Por motivos alheios à nossa vontade, algumas edições estarão disponíveis fora da periodicidade prevista.

Estamos trabalhando para que a situação se normalize o quanto antes.Gostaríamos de tranquilizá-lo quanto a distribuição integral da obra.

Se você é um apaixonado pelo mundo motorizado e pela competição, esta coleção é para você!

Nela, você terá à sua disposição os automóveis que protagonizam um século de emoções em alta velocidade, sonhos de glória e triunfo, habilidade e perícia ao volante, design, engenharia e incessante procura por novos limites mecânico, tecnológicos e humanos.

Colecione magníficos modelos em escala dos veículos que fizeram história na alta competição. Descubra suas características técnicas, a personalidades e as qualidades dos grandes campões que as pilotaram.

Conheça todos os circuitos da Formula 1, os traçados, os setores chave das grandes corridas, dentro e fora do asfalto.

Quinzenalmente, um fascículo com a reprodução correspondente e 5 fichas técnicas que lhe permitirão conhecer tudo sobre o automóvel de competição.

Reproduções em escala 1:43.

Modelo de metal injetado com peças de plástico.

Acabamento de alta qualidade e decoração fiel.

Nº de edições: 50

Cada fascículo está dividido em cinco seções, que vão revelar todos os detalhes do mundo das quatro rodas

FichárioFicha Técnica
Descrição ilustrada das características técnicas do automóvel, e também de sua importância e premiações no mundo da competição.

Inovações Tecnológicas
Os grandes avanços tecnológicos (aderência, aerodinâmica, desenho de motores, chassi e pneus) que revolucionaram o mundo do automobilismo, aumentando o rendimento e a segurança dos veículos.

Os Grandes Pilotos
Biografia esportiva dos grandes pilotos que fizeram a fama do carro, com as suas maiores façanhas e uma reveladora análise das suas técnicas de pilotagem.

100 Anos do Automóvel de Competição
Panorâmica histórica, ordenada cronologicamente, das grandes conquistas do automobilismo, desde as primeiras corridas à sofisticada tecnologia e estratégia das competições atuais.

Corridas e Circuitos
História, evolução, traçado e dados técnicos de cada circuito: sua extensão total, quantidade de curvas, recorde de velocidade, volta mais rápida, provas disputadas, carros e pilotos que fizeram sua fama.

E ainda dois práticos fichários para organizar seus fascículos de acordo com as seções."

A Coleção começou da mesma forma que qualquer outra: com promoção e fartura nas bancas, preço baixo e a promessa de uma coleção incrivel. A alegria vem sempre com algum aviso em algum lugar que a coleção pode sofrer alterações alheios a vontade da distribuidora.

E o aviso parece ser seguido como uma profecia. A coleção teve a ordem respeitada até o numero 19. Depois a lista sumiu do site da editora Planeta DeAgostini e a distribuição mais pareceu um sorteio.

Há de salientar que os atrasos não são esquecidos pela editora que consciente do fato, sempre avisa ao colecionador que a publicação está sendo feita fora da ordem e garante a entrega correta, mas diante da troca de modelos feita em relação a lista original, na verdade tudo pode acontecer.

A parte grafica é perfeita. O material é recheado de fotos belas, os textos simples e diretos e ainda que escritos em Português de Portugal, só deve-se ficar atento às pequenas diferenças da mesma lingua.

O preço é um ponto de discução. Algumas pessoas acham que o preço de R$ 34,90 é alto. E não são as esposas e namoradas e sim alguns colecionadores que converso e leio por aí. Não sei se compartilho com essa idéia, pos esse preço hoje é preço de miniatura sucateada no Mercad Livre. A variedades de modelos é enorme de carros de Rallie á Le Mans.

A qualidade das miniaturas são, para mim, até que boa se comparado ao preço e por se tratar de modelos de corrida. Algins apresentam ótima pintura, patrocinadores conhecidos e algumas destas miniaturas são de carros modernos. Aliás a variedade temporal de modelos é outra boa característica, já que a coleção quer tratar os "100 Anos do Automóvel de Competição". Há desde o Bugatti T35B de 1928 até um Xsara de 2003.

Claro que opnião não se vende ou impõe mas na minha, essa coleção é sem dúvida uma das melhores que chegou nas Bancas do Brasil. Ainda que com alguns atrasos ou falta de respeito a lista de entrega, acabem com a reputação destas coleções.



Categoria: Coleções
Escrito por José Arnaldo às 20h41
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Lendas de Le Mans

Ontem falei da coleção "Carros de sonho", lançada atualmente aqui no Brasil. Há semanas havia lido sobre ela no site da Planeta DeAgostini de Portugal e apareceram comentário no Orkut e tudo mais. Em meio a pesquisa, encontrei tambêm a coleção "Lendas de Le Mans", do comercial abaixo:



Interessante ver Pedro Lamy, que correu no Brasil com o Peugeot, atuando como ator. Essa coleção provavelmente não chegará tão cedo no Brasil. Afinal já estão a venda as coleções "100 anos do autimóvel de competição" e a "Carros de Sonhos", pela Planeta DeAgostini sem falar da "Auto Collection" pela editora Del Prado.

Mas confesso que na verdade estou torcendo para não ser lançada. E torcendo mesmo . . . Por que se não vou ter que trabalhar só pra comprar miniatura na banca de jornal.



Escrito por José Arnaldo às 12h17
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Sai a série CARROS DE SONHO


Saiu hoje 19 de fevereiro de 2008 a coleção CARROS DE SONHO, presente na Europa e que só agora vem para o Brasil. Distribuída pela Planeta DeAgostini, é composta por 50 miniaturas de muitas máquina modernas em sua grande parte. Leia a transcrição do texto de apresentação presente no site na Editora:

"Os carros mais espetaculares das marcas mais prestigiadas. Você já os viu nas melhores revistas de automóveis, em frente aos hotéis mais luxuosos e nos magníficos salões do automóvel. Eles são dirigidos pelas estrelas do esporte, do cinema, da televisão ou por grandes empresários. São os CARROS DE SONHO, que até hoje, estão ao alcance de muito poucos.

Os carros mais espetaculares em:

CARROS DE SONHO


- Modelos em metal injetado
- Máxima precisão em todos os detalhes
- Escala de colecionador 1/43
- Reproduções fiéis ao modelo original
- Base expositora com identificação do modelo

Periodicidade em bancas: quinzenal"

Os Segredos do Carro Original
Em cada fascículo você encontrará uma análise detalhada das características do carro original: suas especificidades técnicas, a evolução de seu design, os diferentes protótipos, as particularidades do motor etc. Uma seção especial que lhe revelará o grande carro reproduzido em sua miniatura.

Os segredos dos automóveis mais desejados numa completa obra editorial
Os automóveis que inspiraram esta coleção foram desenhados pelas marcas mais prestigiadas, tendo o máximo cuidado com cada detalhe para fazer destes modelos autênticos mitos do motor. Com cada entrega você poderá conhecer o mundo do automobilismo de luxo.

As Marcas Mais Prestigiadas do Mundo do Motor
Jaguar, Lamborghini, Lotus, Maserati... Por trás de um grande carro há uma grande marca que garante seu prestígio. O mundo automobilístico está repleto de marcas legendárias que traçaram, modelo após modelo, os caminhos do futuro do automobilismo. Conheça-as em cada fascículo e vibre com as rivalidades na estrada e na mesa de desenho. Descubra como um esboço a lápis transforma-se em um foguete na estrada.

Luxo e Tecnologia
Com cada entrega você descobrirá as figuras mais destacadas do automobilismo de luxo, a tecnologia mais revolucionária sobre quatro rodas e aos fabricantes de carrocerias que fizeram história graças aos designs mais espetaculares. Enzo Ferrari, Ferdinand Porche, o motor de injeção, os mais avançados sistemas de segurança ativa e passiva, os desafios da aerodinâmica... A indústria do automobilismo de luxo movimenta milhões em todo o mundo e desperta as mais acesas paixões. Um ambiente privilegiado que você vai conhecer, fascículo a fascículo, e que até hoje estava ao alcance de poucos.

Preço ? (Ou melhor os preços)

Edição 1 - R$ 9,99
Edição 2 - R$ 21,99
Edição 3 em diante - R$ 34,99 cada
Capa - R$14,99 cada

O Primeiro número é um ASTON MARTIN V12 VANQUISH chamado na coleção de "O mito inglês". E com razão. O segundo numero será um LAMBORGHINI MURCIELAGO. Tá bom, você quer a lista completa ? Veja abaixo

Edição 1
- Fascículo 1
- ASTON MARTIN V12 VANQUISH
Edição 2
- Fascículo 2
- LAMBORGHINI MURCIELAGO
Edição 3
- Fascículo 3
- MERCEDES McLAREN SLR
Edição 4
- Fascículo 4
- BUGATTI VEYRON
Edição 5
- Fascículo 5
- MASERATI COUPÉ
Edição 6
- Fascículo 6
- LAMBORGHINI COUNTACH
Edição 7
- Fascículo 7
- PORSCHE 911 GT
Edição 8
- Fascículo 8
- CHEVROLET CORVETTE
Edição 9
- Fascículo 9
- PORSCHE CARRERA GT
Edição 10
- Fascículo 10
- SALEEN S7
Edição 11
- Fascículo 11
- FORD GT40
Edição 12
- Fascículo 12
- LOTUS EXIGE
Edição 13
- Fascículo 13
- PAGANI ZONDA C12 S
Edição 14
- Fascículo 14
- ASTON MARTIN DB7 ZAGATO
Edição 15
- Fascículo 15
- PORSCHE 911 CARRERA RS
Edição 16
- Fascículo 16
- PANOZ ESPERANTE GTR-1
Edição 17
- Fascículo 17
- BMW 645
Edição 18
- Fascículo 18
- LAMBORGHINI MIURA P400
Edição 19
- Fascículo 19
- TVR TUSCAN
Edição 20
- Fascículo 20
- PORSCHE GT1
Edição 21
- Fascículo 21
- SUPER SEVEN
Edição 22
- Fascículo 22
- TOYOTA GT-ONE
Edição 23
- Fascículo 23
- ALFA ROMEO GT 3.2 V6 24V
Edição 24
- Fascículo 24
- AUDI RS6
Edição 25
- Fascículo 25
- BMW M1
Edição 26
- Fascículo 26
- FORD MUSTANG GT 2005
Edição 27
- Fascículo 27
- DE TOMASO PANTERA GTS
Edição 28
- Fascículo 28
- KOENIGSEGG CC 8S
Edição 29
- Fascículo 29
- CHRYSLER/DODGE VIPER SRT-10
Edição 30
- Fascículo 30
- LISTER STORM GTL
Edição 31
- Fascículo 31
- LAMBORGHINI DIABLO
Edição 32
- Fascículo 32
- McLAREN F1
Edição 33
- Fascículo 33
- ALFA ROMEO MONTREAL COUPE
Edição 34
- Fascículo 34
- LOTUS ESPRIT V8
Edição 35
- Fascículo 35
- LAMBORGHINI GALLARDO
Edição 36
- Fascículo 36
- ASTON MARTIN DB9 or DB9 VANTAGE
Edição 37
- Fascículo 37
- NOBLE M14
Edição 38
- Fascículo 38
- CHEVROLET CORVETTE
Edição 39
- Fascículo 39
- BMW Z8
Edição 40
- Fascículo 40
- SHELBY 350GT
Edição 41
- Fascículo 41
- SPYKER C12 SPYDER
Edição 42
- Fascículo 42
- PORSCHE 959 COUPE
Edição 43
- Fascículo 43
- BUGATTI EB 110
Edição 44
- Fascículo 44
- JAGUAR XK140 CONVERTIBLE
Edição 45
- Fascículo 45
- ASTON MARTIN AMV8
Edição 46
- Fascículo 46
- LOTUS GT1
Edição 47
- Fascículo 47
- ASTON MARTIN DB4 COUPE
Edição 48
- Fascículo 48
- JAGUAR XK COUPE
Edição 49
- Fascículo 49
- LAMBORGHINI URRACO
Edição 50
- Fascículo 50
- JAGUAR E TYPE

Mas não se esqueça do aviso que apareçe no site logo abaixo da lista de modelos:

"Esta coleção será composta por 50 fascículos, 50 peças, duas capas para encadernação dos fascículos. Os modelos/títulos apresentados e a periodicidade da coleção poderão sofrer alterações por imperativos técnicos alheios à Editora."

Anotem: ". . . poderão sofrer alterações por imperativos técnicos alheios à Editora." Digo isso porque estou (tentando) fazer a coleção 100 anos do automóvel de competição e há tempos a lista de modelos apresentado na época do lançamento não é respeitada. Alias a lista desta coleção nem está mais no site faz um tempo.


Mas essa coleção carros do sonhos se respeitada, será uma ótima opção para quem quer comprar carros modernos e esportivos para sua coleção. Adquiri o numero 1 e confesso que fiquei impressionado com o conjunto. A miniatura é muito bem feita e o preço promocional de R$9,90 é atrativo trazendo inclusive alêm da base de identificação uma tampa de acrílico. Tem ainda uma interessante pesquisa do perfil do comprador, com o proposito de conhecer melhor o comprador. Sinal que podem vir boas novidades aí.

O material impresso da primeira edição pode ser baixado em um arquivo PDF direto do site da editora, com isso é possivel sentir um pouco do que esperar da coleção. No site tambêm pode ser feita a assinatura da coleção. Quem faz a assinatura, leva como brinde, alguns modelos da coleção Taxis do mundo. A lista de modelos no site Brasileiro da Editora não traz fotos das miniaturas mas em sua versão de Portugal, sim. Confira.

Resta saber se as entregas serão corretamente respeitadas, uma vez que há as conhecidas dificuldades de importação.

É esperar para ver. E colecionar.



Escrito por José Arnaldo às 21h31
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Hot Wheels cria miniatura em forma de jóia

Mais informações via Internet sobre o Hot Wheels de diamante

Carsale"A Hot Wheels chamou a atenção de colecionadores do mundo inteiro na semana passada. A marca de brinquedos especializada em miniaturas apresentou um carrinho coberto de diamantes para comemorar os 40 anos da empresa. A miniatura de um automóvel mais cara do mundo foi revelada na 150ª edição da American International Toy Fair (Feira Internacional de Brinquedos da América) e tem preço estimado de em US$ 140 mil (cerca de R$ 245 mil).

Como se não bastassem as jóias (são 2.700 pedras de diamantes brancos, azuis e negros, além de rubis), a miniatura em escala 1:64 é o brinquedo de nº 4 bilhões. Criado pelo famoso joalheiro Jason, de Beverly Hills, na Califórnia, o modelo comemorativo tem os pneus forrados de pedras preciosas. Como não poderia deixar de ser, a caixinha que embala o modelo contém 40 diamantes para lembrar o aniversário da Hot Wheels. A marca anunciou que irá leiloar o brinquedo ainda este ano, repassando a verba a entidades de auxílio a crianças."



Escrito por José Arnaldo às 21h12
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Carrinho comemorativo da Hot Wheels vale R$ 250 mil

 

foto de divulgação
Preciosidade: diamantes até no interior

Fonte: http://autoestrada.uol.com.br/interno.cfm?id=1857

"A Hot Wheels, fabricante americana de carrinhos em miniatura, apresentou um modelo único para celebrar seus 40 anos de existência. Apresentado numa feira internacional de brinquedos, o carrinho, em escala 1:64, está avaliado em aproximadamente R$ 250 mil.

O carro cabe na palma da mão e marca, também, a produção de 4 bilhões de miniaturas da Hot Wheels. Criado especialmente pelo famoso joalheiro Jason, de Beverly Hills, na Califórnia, célebre por seus clientes do mundo do cinema, ele é coberto por mais de 2.700 diamantes brancos, pretos e azuis. A estrutura é feita de ouro branco e até mesmo os pneus são forrados de pedras preciosas.

Sob a tampa do capô, o motor também é decorado com pedras brancas e negras e as lanternas traseiras são rubis. O estojo que contém o brinquedo ostenta 40 diamantes para lembrar o aniversário da Hot Wheels.

No final deste ano, o carrinho comemorativo será leiloado, com o produto da venda sendo destinado a uma entidade empenhada em ajudar crianças. "



Escrito por José Arnaldo às 23h00
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Comercial do Auto Collection

Eles chegaram ao Brasil no inicio desta década e agora eles voltaram às nossas bancas de jornais. Bom mesmo assim, vamos relembrar agora um comercial da época do seu (primeiro) lançamento.



Escrito por José Arnaldo às 11h59
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